Como funciona
Entenda o caminho da energia, da luz do sol que bate na placa até o desconto na sua conta de luz, e qual tipo de sistema faz sentido para cada situação.
Como escolher
Antes de pedir orçamento, vale entender as três formas de usar energia solar, porque cada uma resolve um problema diferente.
- On-grid (conectado à rede): é o mais comum em casas e empresas. As placas geram durante o dia, o que você não consome na hora vai para a rede da distribuidora e vira crédito em kWh para abater a conta. Não funciona durante uma queda de energia, por segurança dos eletricistas da rede.
- Off-grid (isolado): não depende da rede. Usa baterias para guardar a energia e é indicado para sítios, ranchos e locais onde a rede não chega ou custa caro para puxar.
- Híbrido: conectado à rede e com baterias. Faz sentido para quem sofre com quedas frequentes ou precisa manter aparelhos essenciais ligados.
Para escolher, comece pela pergunta certa. Se o objetivo é baixar a conta de luz e a rede é estável, o on-grid entrega o melhor retorno. Se o problema é falta de energia, olhe para híbrido ou para uma power station, que é mais simples e portátil. Se não há rede, o caminho é o off-grid.
Depois, confira três números da sua realidade: o consumo médio mensal em kWh (está na conta de luz), a irradiação da sua cidade, medida em horas de sol pleno, e o espaço disponível no telhado ou no solo. Com eles, as calculadoras do portal já mostram o tamanho aproximado do sistema. Desconfie de propostas que não explicam como chegaram ao número de placas.