Regras e conta de luz
Lei 14.300, Fio B, créditos de energia, tarifas e bandeiras: como as regras da distribuidora entram na sua economia.
Como escolher
A economia de um sistema solar não depende só do sol, mas também das regras da distribuidora. Antes de fechar negócio, entenda estes pontos:
- Créditos de energia: no sistema on-grid, a energia que você injeta na rede vira crédito em kWh, que abate o consumo nos meses seguintes. Os créditos têm prazo de validade de 60 meses.
- Fio B e Lei 14.300: para sistemas que pediram conexão depois de janeiro de 2023, uma parte da tarifa referente ao uso da rede (o Fio B) passa a ser cobrada sobre a energia injetada e consumida depois, em percentual que sobe ano a ano até 2028. A energia consumida no mesmo momento em que é gerada não sofre essa cobrança, por isso o autoconsumo ganhou importância.
- Custo de disponibilidade: a taxa mínima continua sendo cobrada, mesmo com geração alta.
- Bandeiras e reajustes: as bandeiras tarifárias e os reajustes anuais aumentam o valor de cada kWh que você deixa de comprar, o que tende a acelerar o retorno.
- Homologação: o sistema só pode operar depois do parecer de acesso e da vistoria da distribuidora. O instalador deve cuidar desse processo.
Também existem modalidades para quem não tem telhado próprio, como o autoconsumo remoto e a geração compartilhada. Ao comparar propostas, peça que a simulação de economia considere as regras atuais da sua distribuidora. A calculadora de impacto do Fio B mostra a diferença ano a ano.
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